Em fiscalização, Caio Cordeiro usa bolo ‘amargo’ para expor crise no transporte público
Em fiscalização, Caio Cordeiro usa bolo ‘amargo’ para expor crise no transporte público
Cleudes jr Na manhã desta sexta-feira, o vereador Caio Cordeiro esteve no Terminal André Maggi, em Várzea Grande, acompanhado de sua equipe, em mais uma ação de fiscalização do transporte público municipal.
Como forma de chamar a atenção para a situação enfrentada pela população, o parlamentar levou uma mesa e um bolo personalizado com as cores da empresa responsável pelo serviço azul, laranja e branco em referência aos 24 anos de atuação da concessionária na cidade, comemorados no próximo dia 29. A mesma data também marca a renovação do contrato com o município.
🗣️ Usuários relatam problemas diários
Durante a fiscalização, o vereador ouviu diretamente os passageiros que utilizam o transporte coletivo no dia a dia. As reclamações foram recorrentes: ônibus antigos, ausência de ar-condicionado, veículos quebrando durante o trajeto e demora no atendimento.
“Quem depende do transporte sofre todos os dias. Não é um problema isolado, é uma realidade constante que precisa ser enfrentada”, destacou o vereador.
🎂 A metáfora do “bolo amargo”
No momento mais simbólico da ação, ao cortar o bolo, Caio Cordeiro fez uma comparação direta com o serviço prestado à população.
Segundo ele, assim como o bolo estava com gosto amargo, o transporte público também tem deixado a desejar ao longo dos anos, acumulando problemas e insatisfação entre os usuários.
“A população está cansada. São anos de promessas e pouca melhoria. O que deveria ser motivo de comemoração, hoje representa frustração para quem depende do serviço”, afirmou.
⚠️ Fiscalização e cobrança contínua
O vereador reforçou que a fiscalização do transporte público tem sido uma pauta constante desde o início do seu mandato, acompanhando de perto as condições enfrentadas pelos usuários.
Para ele, a proximidade da renovação do contrato exige ainda mais responsabilidade por parte do poder público.
“Não dá para renovar um contrato sem ouvir quem usa o transporte todos os dias. A população precisa ser respeitada, e o serviço precisa melhorar de verdade”, concluiu.





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